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23Out
Mão passa a marcha do câmbio automático

Câmbio automático: o que fazer para não prejudicá-lo?

Assim como o modelo manual, o câmbio automático também precisa de cuidados! Por ser considerado de direção mais fluída, ele se torna um grande aliado de pessoas que dependem do carro para trabalhar. No entanto, respeitar algumas regras é de suma importância para que ele continue a performar com precisão. Além disso, elas também colaboram com a questão da segurança do condutor e dos passageiros. 

A Rede CSV preparou este artigo para te explicar o que fazer ou não em carros automáticos. Prossiga a leitura e considere as questões para o seu dia a dia dentro do veículo!

3 cuidados essenciais com o câmbio automático

A inspeção veicular é uma prática fundamental para carros de câmbio automático. Ela irá verificar todos os conjuntos que colaboram para desencadear o funcionamento devido do veículo.
É comum que o condutor crie hábitos que não são benéficos para os sistemas do automóvel. Eles são definidos, assim, como “vícios de direção”. Na maior parte das vezes, estão associados ao fato dos carros automáticos produzirem mais velocidade em um curto período de tempo.

Para te explicar melhor o que deve ser feito para não prejudicar a eficiência dos sistemas de seu carro de câmbio automático, separamos umas situações. Veja-as a seguir!

1. Atente-se ao nível de lubrificante da transmissão

Engana-se quem pensa que o carro de câmbio automático não corre o risco de superaquecer. Por essa razão, observar o nível de lubrificante disposto no sistema de transmissão do câmbio é um hábito considerado fundamental para a manutenção.

Em geral, a troca do óleo deve obedecer à recomendação feita pelo fabricante do veículo. Não hesite em fazê-la, pois a falta dessa ação pode prejudicar o rendimento do automóvel. Ademais, a longo prazo, pode resultar em problemas que afetam diretamente a mecânica automobilística, como trepidações.

O baixo índice de lubrificação pode provocar excesso de fricção dos discos e conduzir à necessidade de troca dos dentes desses.

2. Não alterne entre a 3ª marcha e “D”

Não podemos esquecer de citar a alternância entre a terceira marcha e essa. Aqui, a relevância dessa questão se trata de um aspecto que precisa de atenção. Motoristas que já dirigem carro automático há muito tempo podem apresentar esse hábito, no entanto ele é prejudicial.

As reduzidas contribuem para acelerar o desempenho do motor, mas precisam ser feitas de acordo com a velocidade desenvolvida pelo veículo. Desta forma, considerar os valores equivalentes com as marchas, dispostos no manual do automóvel, é a melhor opção para evitar desgastes. Assim, problemas não serão acarretados para os demais componentes.

A única exceção fica a cargo de modelos mais novos, que não oferecem a opção de escolha da marcha. Nesse caso, somente a marcha na posição “D” é disponibilizada e utilizada em qualquer situação.

3. Utilize o freio motor

Por último, mas não menos importante, em descidas íngremes, como serras, o indicado é usar o freio motor. Nas estradas é comum encontrar essa informação destinada aos caminhões, mas ela também serve para os carros de câmbio automático! Com essa atitude, evita-se a sobrecarga no sistema de freios.

Gostou do nosso artigo? A Rede CSV é líder em inspeção veicular no RJ!

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